segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Vampiros Viajantes noturnos e das trevas










Vampiros

Viajantes noturnos e das
trevas,
vampiros voan em direção do
luar.

Vagam sobre túmulos e cemitérios,
e corvos sobre-voam sob suas
sombras,
para acopampanhar-los nos caminhos da
escuridão.

Vampiros soterrados por terras
mortas,
onde a luz do amanhecer não possa penetrar em
seus corpos.

Vagando pelas madrugadas em busca de
almas para sacrificar,
procurando corpos e sangue, sugar e beber em
suas taças de vinho.

O dia renasce o cemitério trancado,
antes dos primeiros raios de sol,
vampiros vão adormecendo nas sombras
de seus caixoes,
e descansam debaixo de seus
túmulos.

Vampiros seres adormecidos pelas trevas
do silêncio.
Solidão eterna

Lágrimas pelo chão,
lágrimas pelos olhos
lágrimas frias congeladas pela
tristeza.

Lágrimas incandecentes pelas
trevas,
lágrimas da solidão eterna.

Sentimentos da alma e do corpo
abandonado pelas pelas sombras do
amor e da paixão.

Solidão eterna coberta pela
tristeza,
solidão na escuridão do
coração.

Solidão afogada no poço de
mágoas,
solidão apreciando a dor eterna.

A tristeza vaga em meus olhos,
e pede ajuda...

dor.

sofrimento.

Meus braços se ergui mais uma vez!

Pois estou ficando distante

Estou ficando no escuro

Estou ficando na solidão eterna.






Madrugada
O sangue percorre meu corpo
Um silêncio percorre os segundos
Não sinto meus pés no chão
Sinto é um vazio imenso na alma
Uma extrema calma
Eu quero chorar e gritar
Eu quero é sumir
E caminhar na escuridão
Com o coração quebrado e sangrando
Rasgando de solidão
Vago no céu estrelado
Acabou a noite , e chegou a madrugada
Eu choro em lágrimas de sangue
Por não Ter a liberdade
Por ficar só na vontade
De poder vagar mais alto
Em trevas imensas
Em noites densas
Sob os sepulcros vazios
Agora paro, sento em um telhado
Reparo a noite, acabou a madrugada
Dormirei aqui, sob a lua
Minha branca lua
Como eu ...
meus olhos se fecham
e minha alma vaga... e assim, pra mim.continua a madrugada
..



FELICIDADE MORBIDA

O que seria da vida
Sem a luz da tua alma a me lumiar
Como seriam os meus dias
Sem o ardor do teu altar
Pra que caminhar pelas trevas
A procura do lenitivo
Se hoje podemos encontrá-lo
No declínio do teu abismo
É mórbida flor, porém
Delicada e deslumbrante
Que sacia tão voraz vazio
Do meu semblante
É fruto negro e proibido
É lança no peito ferido
São ondas que tocam as nuvens
E inundam o pequeno infinito
Um castelo de espelhos
Na areia do meu tempo
O sangue quente derramado
Das veias do desespero
É nobre escuridão
Que devora as estrelas
É o frio do coração que
Congela minha tristeza
Vivo pela morte
Numa sede vampirística
Do livro sou as páginas
Macabras e místicas
Reflito no teu ego
A imagem mais nítida
Do alquimista a procura
Da amarga utopia
Sinto calor em teus lábios
Escuros no beijo
E vejo a lua através
Dos teus olhos negros
Sigo pregado em tua cruz
Ferido pelos espinhos do teu ódio
Envelheço mil anos
Por segundo ser tão lógico
São as asas que ardem em chamas
E me levam ao vale da solidão
Onde encontro meu abrigo
Em tal sentido sem razão
Pois tu és canção lírica
Que reluz minha alma agora
Teu sentimento obscuro
É minha felicidade mórbida


MUNDOXATROMANCE


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